MANTRA DA FELICIDADE: "Loka Samasta Sukhino Bhavantu"

MANTRA DA FELICIDADE: "Loka Samasta Sukhino  Bhavantu"
Que todos os seres sejam felizes e bem aventurados.Este mantra fala sobre a felicidade, e faz com que a gente reflita sobre isso : todos merecem a felicidade, viver na sua plenitude, celebrar e simplesmente ser... cada um nasceu para ser feliz, portanto, vamos cumprir o nosso destino!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

EXPOSIÇÃO CORES DA INDIA

Mostra retrata as cores, os tecidos e, sobretudo, os contrastes daquele país. A entrada é franca
De 2 a 16 de maio, o Sesi Vila Leopoldina apresenta a exposição Cores da Índia, do fotógrafo Igor Oliveira. A visitação é aberta gratuitamente ao público, de segunda-feira a sábado, das 7h às 20h; e sábado, das 8h às 17h, exceto feriados.

Dezesseis fotos coloridas compõem a exposição, que exalta não somente a perfeita relação entre os contrastes das cores das roupas e das sedas, das pedras preciosas esculpidas em magníficos templos, como estimula a reflexão sobre a relação de harmonia existente dentro de tantos contrastes culturais, sociais e religiosos.

Igor Oliveira viveu por quatro meses na Índia, um dos países mais místicos do planeta. E conta: “Esse local nos leva a um mundo de experiências, cores e sabores, sugerindo uma profunda reflexão sobre os nossos valores pessoais e sociais”.

A exposição aguça os sentidos por meio de belas imagens, rostos com expressões intrigantes que trazem momentos de introspecção e conforto a alma, enormes templos erguidos em pedras, que acabam por ganhar contrastes e beleza por intermédio das mãos de artesãos.

De acordo com o fotógrafo, as peculiaridades do estilo de vida indiano oferecem uma nova dimensão, a percepção do conceito sobre o novo, libertando de pré-julgamentos e preconceitos a que constantemente as pessoas estão submetidas: “Viajar por estas imagens é ao mesmo tempo percorrer a história de um lugar novo e desconhecido e permitir-se reavaliar os valores culturais que acreditamos e praticamos”, ele reflete.

Local: Sesi Vila Leopoldina – Rua Carlos Weber, 835 – Vila Leopoldina
Datas e horários: de 2 a 16 de maio – de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 20h; e sábado, das 8h às 17h, exceto feriados.
Informações: (11) 3834-3458 - (11) 3834-3458      Entrada: franca

quarta-feira, 27 de abril de 2011

MELHOR CONSELHO DE UM PAI: MANTENHA OS AMIGOS!


Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido,
bebericando chá gelado durante uma visita à casa do seu pai. Enquanto
conversavam sobre a vida,  o casamento, as responsabilidades, as
obrigações e deveres da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os
cubos de gelo no seu copo, quando lançou um olhar claro e sóbrio para
seu filho, e disse: Nunca se esqueça de seus amigos!  aconselhou.
Serão mais importantes na medida em que você envelhecer.
Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de, ocasionalmente, ir a lugares com eles; divirta-se na companhia deles; telefone de vez em quando...
Que estranho conselho - pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados.
Sou adulto. Com certeza minha esposa e minha família serão tudo o que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ele seguiu o conselho de seu pai. Manteve contato com seus amigos e sempre procurava fazer novas amizades.
À medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava.
À medida em que o tempo e a natureza realizavam suas mudanças e mistérios sobre o homem, os amigos sempre foram baluartes em sua vida.
Passados mais de 50 anos, eis o que o jovem aprendeu:
   O Tempo passa.
   A vida acontece.
   A distância separa...
   As crianças crescem.
   Os empregos vão e vêem.
   O amor se transforma em afeto.
   As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
   O coração para sem avisar.
   Os pais morrem.
   Os colegas esquecem os favores.
   As carreiras terminam.
   Mas os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo nem
quantos quilômetros tenham afastado vocês.
Um AMIGO nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!
Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabemos das incríveis alegrias e tristezas que experimentaremos à frente, nem temos boa noção do quanto precisamos uns dos outros...
Mas, ao chegarmos ao fim da vida, já sabemos muito bem o quanto cada um foi importante para nós!


terça-feira, 26 de abril de 2011

YAMAS E NYAMAS

YAMAS e NYAMAS,fazem parte dos 8 passos do Yoga,criados à séculos atrás por Patãnjali.São condutas éticas que ajudam a tranquilizar a mente e devem ser praticadas paralelamente no dia a dia, aos poucos.



Yamas -  o que NÃO devemos fazer:

Ahimsa (não violência) Evitar ser agressivo e violento contra si e contra qualquer ser vivo. Seja em palavra, pensamento ou ação. Respeitar-se, corpo e mente.
A pessoa se torna mais simpática e agradável.
Colocar-se no lugar do outro e perceber que ele sofre quando está descontrolado. Distanciar-se da fúria do outro.
Satya (verdade) em palavra, pensamento e ação. Dizer a verdade sem agredir e ofender a pessoa.
Asteya (não roubar) o tempo, dinheiro e idéias.
Bramacharya (controle) sobre o sexo para não tornar obsessivo e compulsivo. A energia sexual é usada para atingir o SAMADHI- estado de hiperconsciência.
Aprahigaha (desapego) -  do resultado da pratica, de relacionamentos,das posses materiais. É bom ter dinheiro, o que não é bom é ser escravo dele, assim como é bom ter um relacionamento, mas sem ser escravo.
Não cobiçar-não desejar objetos de outros. Viver com o necessário.

Nyamas-o que devemos fazer

Saucha (pureza interna e externa)
Santosha (contentamento por ser ) Ser contente e agradecido com o que "É" e possui dá uma sensação de satisfação e paz. Muito diferente de ser acomodado. A sabedoria é buscar o equilíbrio entre a superação e respeitar o próprio limite em todas as esferas da vida.
Tapas (disciplina) austeridade sobre si,força de vontade para atingir objetivos "maiores".
Swadhyaya  (estudo de textos sagrados) literatura e mantras. Observa-se atos, emoções, palavras e pensamentos.
Ishvara Pranidhana (entrega a DEUS) força soberana- DEUS/deidade do coração do praticante.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

GAYATRI MANTRA


OM BHUR BHUVAH SVAH

TAT SAVITUR VARENYAM

BHARGO DEVASYA DHIMAHI

DHIYO YONAH PRACHODAYAT

Ó Deus da vida que traz felicidade
Dá-nos tua luz que destrói pecados
Que a tua divindade nos penetre
E possa inspirar nossa mente.

"GAYATRI é um dos aspectos da deusa Saraswati, esposa de Brahma e que representa o seu poder criativo ou shakti. Saraswati é mitologicamente representada como a protetora e inspiradora das artes, música, literatura e ciência. No entanto, esotericamente ela representa o potencial de expressão da mente humana.

A palavra Gayatri é composta de duas palavras:
Gaya= Florescer, abundar, energizar (vitalizar), energia vital.
Trâyate =o que protege; o que concede a liberação.

"Nunca abandonem o Gayatri; vocês podem deixar ou ignorar qualquer outro mantra, mas vocês deveriam recitar o Gayatri pelo menos algumas vezes durante o dia. Ele os protegerá dos perigos onde quer que vocês estejam – viajando, trabalhando ou em casa. Os ocidentais investigaram as vibrações produzidas por este mantra e descobriram que quando ele é recitado com a pronúncia correta, como estabelecido nos Vedas, a atmosfera ao redor torna-se visivelmente iluminada. Assim, o resplendor de Brahma descerá sobre vocês, animará os seus intelectos e iluminará o seu caminho quando este mantra for entoado. Gayatri é a Mãe, a força que anima toda a vida. Portanto, dele não se descuide nunca." (SAI BABA)

Mesmo antes de entender, estudar ou conhecer um pouco dos Vedas sempre fui tocada por este mantra.
Hoje utilizo o Gayatri regularmente, de preferência pela manhã. Sinto-me energizada, leve e confiante.
É considerado o mantra da iluminação, portanto é fundamental que o mesmo seja proferido ou pensado de forma consciente e total. Apreciar, sentir e vibrar na energia positiva de cada sílaba.O Gayatri é considerado "mãe dos vedas", e é um dos mantras mais conhecidos e cantados na Índia. Segundo os Vedas, "O Gayatri protege quem o recita"

    
Encontramos em livros e sites traduções diversas para o significado deste mantra.

     Om – a mãe/o pai de toda a eternidade. A manifestação da luz do criador ;
     Bhúr – a mãe Terra, o planeta Terra, o plano físico, o plano da manifestação do ser;
     Bhuva – o éter, a atmosfera, o plano astral;
     Swáhá – o céu, os planos não-materiais celestes, conhecidos como angélicos ou devas;
     Tat – “aquele”, nossa alma, a transcendência do ilusório e do triunfo;
     Savitur – o poder da luz, o abstrato, a vida presente em tudo, a nutrição, brilhante como o sol;
     Varenyam – adoração por tudo;
     Bhargo – a irradiação da consciência da vida, a eliminação dos maus karmas e o acúmulo de méritos;
     Devasya – iluminação que vem de Deus a todos os seres.Sabedoria divina;
     Dhimahi – meditamos em sua luz;
     Dhyo  -corpo, austeridade;
     Yo – alma, consciência;
     Nah – totalidade, criação;
     Prachodayat – iluminação e compaixão




segunda-feira, 18 de abril de 2011

GEORGE HARRISON ,A INDIA,E O YOGA

George Harrison
ESTRELANDO O BEATLE QUE NOS APRESENTOU O ORIENTE,O YOGA,RISHIKESH, E QUE, APESAR DA VIDA DE POPSTAR, MANTEVE A SERENIDADE ATÉ O FIM DA VIDA
Olhos escuros, rosto alongado, expressão profunda. Desde criança George Harold Harrison tinha esse ar grave, misterioso, depois realçado pela descoberta da meditação transcendental e pelo encontro definitivo com o misticismo oriental. Introspectivo, normalmente calado, George tinha, no entanto, tiradas que desarmavam o ouvinte, reveladoras de um humor no mínimo peculiar. Quando a polícia deu uma batida em sua casa, ele informou sarcasticamente: “Sou um cara organizado: guardo as meias na caixa de meias e as drogas na caixa de drogas”. Era tímido também, de uma timidez que podia se confundir com arrogância, mas que, na verdade, escondia boa dose de autoconfiança. 
Começou a tocar violão religiosamente e fundou a banda The Rebels, com 14 anos. Chegaram a se apresentar ao vivo, por um caneco de cerveja cada. Foi nesse momento que conheceu Paul McCartney no ônibus que ia para a escola. Apesar de Paul ser mais velho, ficaram logo muito próximos, até que George foi convidado a assistir uma apresentação dos Quarry Men.
John Lennon, o líder do grupo, não ficou muito impressionado ele. Mas bastou que George tocasse uma música para que o líder se convencesse e o “contratasse”. Com o tempo, os Quarry Men ganharam asas e tornaram-se os Beatles, fazendo shows todas as noites, a base de entusiasmo, talento e anfetaminas.
Foi de George, e não da dupla Lennon e McCartney, a primeira gravação original feita pelos Beatles.
Se George teve muito a ver com o início criativo do grupo, foi também de sua autoria a música que marcou o fim dos Beatles. I Me Mine foi a última gravação feita pela banda, a essa altura (1970) em frangalhos.Oito dias depois do registro de I Me Mine”, Paul anunciou o fim da banda.
Nos pouco mais de dez anos de existência, os Beatles praticamente estabeleceram todos os novos parâmetros do rock e do pop. George tinha sua cota como cantor e autor em uma ou duas faixas por disco da banda e foi conquistando seu espaço com canções cada vez melhores. Alguns dos maiores clássicos dos Beatles são de sua autoria
 O momento diferencial foi quando, em 1966, foi com a mulher, a modelo Pattie Boyd, para a Índia, onde ficou hospedado na casa de Ravi Shankar. Iniciaram uma amizade que seria responsável em grande parte pela popularização da cultura indiana no Ocidente. Shankar não apenas lhe ensinou a tocar cítara, como foi decisivo na conversão espiritual do amigo. Foi depois desse encontro iluminador que os Beatles foram à Índia meditar sob os auspícios de Maharishi Maheshi Yogi, um guru de longos cabelos, barbas brancas e sorriso curioso.  Foi descobrindo as notas e fez de Norwegian Wood a primeira música pop com sabor indiano. Within You Without You.
A ioga, as batas, os incensos e o I-Ching também faziam parte desse novo universo místico de HarrisonCantor humanitário Essa irredutibilidade, ou personalidade forte, de certa forma rimava com os traços firmes e o jeito introspectivo do músico.Foi ele, o beatle silencioso, quem fez maior barulho logo após o rompimento, em 1970. O álbum triplo (triplo!) All Things Must Pass, composto de canções que ele represou ao longo de sua convivência difícil nos Beatles, foi um sucesso absoluto de crítica e público. O single My Sweet Lord, um mantra de melodia irresistível, foi alçado ao Olimpo do pop, atingindo o primeiro lugar nas paradas de vários países do mundo, inclusive os Estados Unidos. Emocionado quando ouviu a canção, o cético Lennon chegou a comentar: “Estou começando a acreditar em Deus.”
Ápice do envolvimento de George com a espiritualidade indiana, a música com a gentileza de um haikai num papiro, parece dirigir-se diretamente a Krishna, mas de forma que todos a ouvissem. A produção de Phil Spector, com uso de coros e baterias, fez com que a música soasse grandiosa sem perder a simplicidade. Talvez venha daí o segredo de George: a forma gentil e sincera de despertar os sentimentos.
E foi com esse espírito que preparou em seguida o grande (e emocionante) Concerto para Bangladesh (1971), país que vinha sendo devastado pela miséria e guerra civil. George chamou os amigos Bob Dylan, Ravi Shankar, Eric Clapton e Ringo Starr, entre muitos outros, e realizou o primeiro concerto beneficente da história, reservando todos os lucros para a Unicef e a causa que tinha abraçado (envolvido com a religião Hare Krishna até o fim da vida, e baseado em seus princípios humanitários, George viria a criar a fundação beneficente Material World).
 
Em 1999, num lance bizarro, sobreviveu às várias facadas de um intruso em sua casa – foi salvo pela segunda mulher, Olívia. Antes mesmo desse incidente quase fatal, ele já vinha combatendo um câncer. Sabendo que iria morrer, gravou em 2001, com ajuda do único filho, Dhani, um último disco, Brainwashed, que acabou se tornando um de seus melhores trabalhos. Iluminado por estóica serenidade e até leveza, o CD revela a atitude única de George diante da morte – chega a dar a impressão de que ele canta as músicas sorrindo. Ao fim, ele faz ecoar o mantra: “Shiva Shiva Shankara Mahadeva... a achar que existe um Deus”. Com suas músicas,e sua espiritualidade,soube viver e morrer com dignidade, ele acabou de certa forma,dentro do que ele acreditava, dizendo:NAMASTÊ, á humanidade, pois ele com certeza tinha Deus dentro de si, e de seu modo saudou a todos com sua arte!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

PREPARADA PARA FALAR SOBRE...


         SEM TÍTULO

         Do fundo do crepúsculo,
         O vento tombou como uma ave ferida
         Sobre os tufos e as palmas verdes
         do dormente jardim.

         Bateu, raivoso, as possantes asas,
         rodopiou exasperado
         entre as frondes em pânico.
         E miraculosamente recompondo
         o perdido equilíbrio,
         em brusco, violento arranco
         ergueu vôo outra vez para o espaço sem fim...

                   ( Tasso da Silveira,poeta-Contemplação do Eterno, 1952)

Bem,depois de quase uma semana do ocorrido,me vejo pronta para falar sobre a tragédia da escola Tasso da Silveira.Como podem ver resolvi começar com um poema do próprio Tasso,poeta que dá nome a escola. ..."Bateu,raivoso... rodopiou exasperado... Entre as frondes EM PÂNICO." Fim.

Terrível,horrendo,medonho,enfandonho,pavoroso...Tragédia,massacre,chacina,matança... O que aconteceu pode ter muitos nomes,as pessoas podem chamar do que quiserem,mas apenas um fato é verdadeiro: um moço entrou numa escola cheia de crianças e adolescentes,e "saiu" matando as crianças que conseguiu encontrar pela frente,sem um motivo,que,na cabeça de qualquer um de nós faça sentido,porque é claro,nada justifica tal ato.Mas... como cada cabeça uma sentença,cada louco com sua mania,cada um,cada um;o que será que se passava na cabeça daquele moço,Wellington?
O que é mais preocupante? As mortes,a mídia mostrando tudo ao vivo, e matando de medo e de trauma todos os brasileiros,inclusive todas as crianças que vão todos os dias para suas escolas,a falta de segurança,o armamento que ele carregava,como ele planejou e fez,com quem ele se comunicava?
Não. Preocupante mesmo é saber que estamos rodeados de pessoas desequilibradas,e de famílias que poderiam tentar evitar tais coisas,se prestassem mais atenção em seus filhos,e nas pessoas que nos rodeiam,o mundo está doente,e ninguém percebe.A mídia não ajuda,a disseminação de vídeos e fotos e sites na internet que ensinam de tudo,inclusive coisas medonhas,é cada vez maior,não há um controle sequer,pessoas doentes são tratadas como normais,não há base para nada.Sem saúde mental,sem saúde,não pode haver segurança,não pode haver entendimento,não pode haver compreenssão,dissernimento.O problema está muito mais nas bases do desenvolvimento do indivíduo,do que no sistema,aí um problema puxa o outro,indivíduos com problemas causam problemas,o sistema tenta resolvê-los,aí o indivíduo acha que o sistema é errado e causa mais problema,se  os sitema age é porque agiu,se não age é porque não agiu,fica difíiiiicil!!!
Vamos lá: é matando que se ensina que não se deve matar? É com violência que se ensina a não-violência? É abrandando as coisas que se ensina que deve ter ordem e respeito?... Agora discute-se um novo plebiscito contra o desarmamento,sou totalmente a favor,campanhas e campanhas vão surgir,muito bom também,todos vão se lembrar  durante algum tempo da tragédia,tentar evitar algo parecido,mas será que vão tentar evitar pelos caminhos certos? É só um problema de segurança pública,ou de um monte de coisas que nunca são pensadas,muito menos resolvidas. Porque ele fez isso? Fica a pergunta.
Faltou segurança na escola? Os professores não estavam preparados para tal situação(claro que não,pq ninguém espera isso!), ele tinha armas e carregadores que não deveriam estar em suas mãos?Sim.Porque?
Tudo isso? sim ,talvez,mas o que o levou a chegar nesse ponto,qual foi o estopim?Ele era doente mental? Drogas? Fanatismo religioso? Devaneios adolescentes recalcados dentro de sí? Raiva?
Pode ser tudo isso junto e mais um pouco,ou seja, o problema começa no seio da família,passa pela saúde,pela educação,pela escola,pela sociedade,pela segurança,pelo crime,pela religião,enfim,é muito mais complexo do que simplesmente desarmar a população,do que ter polícia melhor preparada,do que ter educação de melhor qualidade. O problema está em como colocar desde que se vem ao mundo,dentro da cabeça de um indívíduo valores morais,de prestar atenção de verdade nas pessoas ,no próximo,no amigo,no inimigo,nos filhos,é aprender compaixão,respeito,é saber que existem muitas coisas que talvez não entendamos,não conhecemos mas que estão lá,são sérias,não são criação de psicanalistas ou coisa parecida,é entender que o ser humano é muito complexo,e que nunca nenhum sistema governamental,nehuma repartição policial ou de segurança, pode conhecer ou adivinhar o que passa na alma,na cabeça,no íntimo de uma coisa chamada HOMEM.
É uma pena,é terrível,vidas mal começadas seifadas,traumas que não serão nunca sanados,medo,aflição,tristeza,mas infelizmente,mais uma vez nada será feito que possa mudar a cabeça,ou o comportamento do HOMEM,porque ninguém ainda descobriu a fórmula,porque ninguém ainda descobriu o pequeno e invisível fiu que separa a sanidade da insanidade,o normal do anormal. Ninguém descobriu e nem descobrirá a fórmula,a maneira de ler o profundo íntimo daquele que compõe a sociedade,segurança,educação,saúde,sistema,governo... O HOMEM.

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